ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO: A diferença que faz a diferença.



 Você sabe a diferença entre alimentação e nutrição? A alimentação é um processo voluntário, escolhemos o alimento e ingerimos. A nutrição é um processo involuntário e tem início a partir do momento que levamos o alimento à boca. É o aparelho digestório em ação. É aí que se inicia o trabalho "invisível", e sobre o qual não temos controle, das enzimas digestivas, das trocas celulares, da ação de sucos digestivos e de uma série de outros processos que nem imaginamos que estão ocorrendo, mas sem os quais não poderíamos manter a nossa vida. Essa diferença nos sugere refletir sobre nossas escolhas alimentares. Não basta somente comer, é preciso ser seletivo nas nossas opções caso contrário todo o desempenho dos órgãos digestivos não será suficiente para o aproveitamento do alimento e extração dos nutrientes necessários para a manutenção do funcionamento do corpo humano. Cada célula, cada órgão que possuímos está impreterivelmente subordinado à ação de alguma vitamina, mineral, gordura, proteína ou carboidrato. Esses elementos participam de rotas bioquímicas diversas no organismo gerando um equilíbrio perfeito de reações que fornecem a energia necessária à vida - daí a importância da alimentação -. Sendo a natureza perfeita, é lógico que se ingerirmos alimentos saudáveis garantiremos uma resistência maior a doenças. Do contrário, se ingerirmos somente alimentos nutricionalmente pobres e desvitalizados - como industrializados, defumados, alimentos cultivados com agrotóxicos, etc. - estaremos lentamente (como um conta-gotas!) indo em direção à doença, pois o que é necessário à manutenção da vida estará sendo substituído por substâncias químicas que além de nada acrescentarem, ainda exigem um esforço maior dos nossos órgãos na tentativa de eliminá-las, já que têm efeitos tóxicos. O Consumo excessivo desses produtos impede uma total eliminação pelo corpo sobrecarregado que começa a acumular estes resíduos que, ao longo do tempo, deflagrarão desequilíbrios metabólicos e consequentemente doenças.
Agora some todos os seus abusos alimentares com uma boa dose de sentimentos diversos que nos assolam no dia-a-dia como tristeza, depressão, ansiedade, medo, raiva, desânimo, mágoa, etc. Sentimentos que podem também interferir com o desempenho do organismo. Quem nunca experimentou uma febre ou uma dor de estômago depois de um aborrecimento? Pois é. Bons sentimentos, palavras e pensamentos também fazem parte de uma conduta alimentar e nutricional corretas. Escolha bem suas palavras, pense antes de proferi-las, administre os pensamentos negativos - é você que comanda o pensamento, não o contrário! - procure sempre um ponto positivo nas situações complicadas, substitua a palavra culpa por responsabilidade e assuma a sua todas as vezes que for "culpar" alguém. Não existe uma fórmula mágica que nos fará mudar da noite para o dia, mas para quem quer melhorar sempre, a porta está aberta. Repense seus hábitos alimentares e seus sentimentos e responda: como eu tenho alimentado e nutrido a minha vida ?
Boa Reflexão!

Muita saúde a todos e até breve, querido leitor!

5 comentários:

  1. Ual, que texto ótimo! Adorei! Muito obrigado, dra.

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  2. que interessante entender um pouco sobre saúde e saber que nossas ações influenciam até o funcionamento do nosso organismo, saber que os sentimento modificam a manutenção do nosso corpo!! obrigado,pela iniciativa e por possibilitar uma forma de esclarecimento deste profissional que é o nutricionista !!!!

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  3. Obrigada pelo comentário. Volte sempre!

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  4. Adorei a matéria me ajudou muito em uma pesquis da escola.

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