OSTEOPOROSE

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Considerada como uma “epidemia inaceitável” pela Organização Mundial de Saúde, a osteoporose vem silenciosamente se manifestando. A perda de massa óssea e a deterioração do tecido ósseo, por falta ou por não absorção do cálcio, provoca fraturas que podem levar à morte.
Considerando que o pico de massa óssea se dá aos 24 anos, é necessário que até essa fase a alimentação seja equilibrada e diversificada, de forma que o fornecimento de cálcio seja adequado auxiliando assim a saúde e o fortalecimento dos ossos.
Segundo o Prof. Dr. João Francisco Marques Neto Médico, Prof. Titular da Faculdade de Ciências Médicas da UNICAMP e da PUC - Campinas e Consultor do Ministério da Saúde “A osteoporose aflige cerca de um terço das mulheres entre 60 e 70 anos de idade e dois terços daquelas com 80 anos ou mais. Em todo o mundo, aproximadamente 1,7 milhão de fraturas no quadril são atribuídas à osteoporose a cada ano. Estima-se que o número de fraturas no quadril, em conseqüência da osteoporose, irá aumentar de 1,7 milhão, em 1990, para 6,3 milhões por volta do ano 2050, em todo o mundo(...)
(...)No Brasil, com base nos dados do IBGE, pode-se estimar que cerca de um milhão de mulheres poderão ficar inválidas e pelo menos 200 mil irão morrer, vítimas da osteoporose, nos próximos anos, se a doença não for combatida. Estas estimativas colocam a osteoporose como uma das principais causas de morte na população feminina no país, ao lado do câncer.”
Para confirmar a osteoporose ou a osteopenia é necessário que se faça o exame de densitometria óssea.
A hereditariedade é um fator de risco para o desenvolvimento da doença. Também o sexo, raça, idade, o processo da menopausa e certas medicações aumentam as chances de desenvolvimento da doença. Conhecendo os fatores de risco, você já pode começar a se proteger, certo? Então, FIQUE ATENTO:

           Tabagismo: pare de FUMAR – procure ajuda, nada de atitudes radicais a menos que você banque isso.

Sedentarismo: Pratique alguma atividade física.            
           Não fique trancado em casa! Banhos de sol são fundamentais para a absorção do cálcio.

    Reduza o consumo de sal (sódio) e açúcar, pois levam a perda de cálcio pela urina

        Reduza a cafeína: nada de vários cafezinhos ao dia ou muito mate para refrescar! A cafeína, que também está nos refrigerantes à base de cola e nos achocolatados, provoca desmineralização óssea.

Reduza o consumo de álcool: Mais de 04 doses ao dia aumentam o risco de osteoporose.
  
             Excesso de fibras (farelos e farinhas – germe de trigo, farelo de aveia, gérmen de trigo, etc.) aumenta a excreção de cálcio.

  Gorduras em excesso inibem a absorção do cálcio. Mas em quantidade reduzida diminuem a absorção. Novamente o equilíbrio! 

               MUITA proteína (carnes em geral, frios, leite e derivados) precipita a perda de cálcio.

Seus aliados: 

Cálcio: resistência óssea

Leite e derivados, semente de gergelim, brócolis, couve, aveia, feijão branco.
 Aumente o consumo de cálcio e escolha fontes onde ele é mais bem absorvido: leite e derivados - escolha os magros, reduzidos em gordura, mas não em cálcio.
  
Vitamina D: absorção e uso do cálcio
  
sardinha, gema de ovo, arenque

Boro: sua deficiência diminui a concentração de cálcio

Gérmen de trigo, aveia, trigo integral, nabo, pepino e pêssego.

Manganês: envolvido no metabolismo ósseo

Abacaxi, farinha de aveia, espinafre, nozes, cereais, feijão, trigo.

Magnésio: forma os  cristais de cálcio nos ossos e ativa a vitamina D

Cereais integrais, gérmen de trigo, peixe, noz, camarão, acelga, verduras verdes.


Enquanto causa emocional a osteoporose está ligada à linhagem familiar. Estrutura. É necessário revermos a história da nossa ancestralidade, seus medos e anseios. Onde nessas histórias você ainda está enredado e, por isso, manifestando osteoporose?
Cristina Cairo nos diz que a mente de pessoas com osteoporose “está mostrando que perdeu seu estímulo de vida e sua agilidade para resolver seus próprios problemas. A tensão constante em sua consciência faz de você uma pessoa difícil de compreender QUE A VIDA FLUI NATURALMENTE e que tudo está se transformando a cada instante. Abra sua mente e amplie sua consciência: a vida no universo é extensa demais para você se trancar nos LIMITES das suas crenças e medos. Alivie essa tensão mental e relaxe, confiando no melhor”.

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 Até a próxima, querido leitor!

ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO: A diferença que faz a diferença.



 Você sabe a diferença entre alimentação e nutrição? A alimentação é um processo voluntário, escolhemos o alimento e ingerimos. A nutrição é um processo involuntário e tem início a partir do momento que levamos o alimento à boca. É o aparelho digestório em ação. É aí que se inicia o trabalho "invisível", e sobre o qual não temos controle, das enzimas digestivas, das trocas celulares, da ação de sucos digestivos e de uma série de outros processos que nem imaginamos que estão ocorrendo, mas sem os quais não poderíamos manter a nossa vida. Essa diferença nos sugere refletir sobre nossas escolhas alimentares. Não basta somente comer, é preciso ser seletivo nas nossas opções caso contrário todo o desempenho dos órgãos digestivos não será suficiente para o aproveitamento do alimento e extração dos nutrientes necessários para a manutenção do funcionamento do corpo humano. Cada célula, cada órgão que possuímos está impreterivelmente subordinado à ação de alguma vitamina, mineral, gordura, proteína ou carboidrato. Esses elementos participam de rotas bioquímicas diversas no organismo gerando um equilíbrio perfeito de reações que fornecem a energia necessária à vida - daí a importância da alimentação -. Sendo a natureza perfeita, é lógico que se ingerirmos alimentos saudáveis garantiremos uma resistência maior a doenças. Do contrário, se ingerirmos somente alimentos nutricionalmente pobres e desvitalizados - como industrializados, defumados, alimentos cultivados com agrotóxicos, etc. - estaremos lentamente (como um conta-gotas!) indo em direção à doença, pois o que é necessário à manutenção da vida estará sendo substituído por substâncias químicas que além de nada acrescentarem, ainda exigem um esforço maior dos nossos órgãos na tentativa de eliminá-las, já que têm efeitos tóxicos. O Consumo excessivo desses produtos impede uma total eliminação pelo corpo sobrecarregado que começa a acumular estes resíduos que, ao longo do tempo, deflagrarão desequilíbrios metabólicos e consequentemente doenças.
Agora some todos os seus abusos alimentares com uma boa dose de sentimentos diversos que nos assolam no dia-a-dia como tristeza, depressão, ansiedade, medo, raiva, desânimo, mágoa, etc. Sentimentos que podem também interferir com o desempenho do organismo. Quem nunca experimentou uma febre ou uma dor de estômago depois de um aborrecimento? Pois é. Bons sentimentos, palavras e pensamentos também fazem parte de uma conduta alimentar e nutricional corretas. Escolha bem suas palavras, pense antes de proferi-las, administre os pensamentos negativos - é você que comanda o pensamento, não o contrário! - procure sempre um ponto positivo nas situações complicadas, substitua a palavra culpa por responsabilidade e assuma a sua todas as vezes que for "culpar" alguém. Não existe uma fórmula mágica que nos fará mudar da noite para o dia, mas para quem quer melhorar sempre, a porta está aberta. Repense seus hábitos alimentares e seus sentimentos e responda: como eu tenho alimentado e nutrido a minha vida ?
Boa Reflexão!

Muita saúde a todos e até breve, querido leitor!

ALIMENTE A SUA ESSÊNCIA


"Ainda é possível existir e viver. Ainda é possível contrapor um dique à corrente, inverte-lhe o curso. Com a condição de manter os olhos abertos. De ficar de pé. De defender cada parcela de vida."
 (Roger Garaudy)




Quando se fala em morte, logo pensamos em algo que se vai e nunca pensamos em algo que se transforma. Morte não é algo que traz um fim, mas sim, um renascimento.
Sempre que apresento uma palestra sobre alimentação as pessoas ficam perguntando: mas eu vou comer o quê?. Sinto um certo desalento no ar. Na verdade carboidratos, proteínas, lipídios, vitaminas e minerais surgiram no exato instante em que a vida se originou e através da alimentação esses nutrientes vêm mantendo nossos maiores tesouros: A VIDA E A SAÚDE. O que notamos é que o homem no decorrer da história travou uma relação de descoberta com a comida, mas, vítima da mesma curiosidade, desaprendeu a se alimentar. O que foi gerado com a própria vida, afastou-se dela e passou a ser objeto de morte e de doença. Os tão simples e naturais nutrientes ganharam destaque e foram super valorizados por si, e esqueceram de quem os gerou: o Solo. Alimentos enriquecidos, alimentos industrializados, alimentos com agroquímicos, alimentos transgênicos...todos com o propósito de melhorar a vida da humanidade. Os enriquecidos evitam deficiências, os industrializados garantem maior vida útil ao alimento assegurando que não haja falta de comida, legumes e verduras com agroquímicos evitam uma devastação de lavouras por insetos e os transgênicos vêm para que o mundo não morra de fome. O binômio Solo-Nutriente está, sem sombra de dúvidas, sendo negligenciado. Quer seja no corpo da nossa Mãe Terra, quer seja no nosso organismo o nutriente está sendo roubado. Ignora-se também o que o organismo produz e, vaidosamente, vamos resolvendo sinteticamente o desrespeito à Natureza que tudo provê. Homem e Solo estão intimamente ligados e a maior prova disso é a semelhança de bactérias que existem no nosso intestino e na terra. A terra não produz cenoura acrescida de vitamina A, nem tampouco milho em latinha ou sementes híbridas de soja e erva daninha. A terra produz o alimento e isso é tão natural quanto o nascer e o pôr do sol.
E vocês devem estar perguntando: mas o que isso tem a ver com morte e renascimento? E eu respondo: tudo! Observando o comportamento alimentar no mundo percebemos que existe um forte movimento por alimentos mais naturais. Essa é a morte. Algo deve ir para que o novo chegue. E isso é difícil porque mais do que passar pela consciência, passa pelo desafio de vencer o ego porque trata-se de desapego. Desapegar-se de tudo que nos contaram até agora sobre alimentação e voltar à nossa origem: o alimento por si só, gerado pela terra. Para isso precisamos sim mudar, mudar aos poucos, mas mudar. Abrir mão dos excessos, comer de tudo um pouco num prato bem colorido e bem vivo, refazer as pazes com o Solo, resgatar nosso elo com ele e agradecer incansavelmente pelo alimento que mantém a vida, são alguns pontos que nos conduzirão ao reencontro da nossa essência com a essência do Solo, que, entendo, é uma só já que estamos na Natureza e a Natureza está em nós. É o renascimento.
Certa vez um sociólogo me disse que estamos fazendo o caminho de volta. Velhos conceitos estão ressurgindo para resgatarmos a nossa origem. Nunca mais me esqueci dessas palavras porque foi assim que olhei para o rumo que a alimentação está tomando. Estamos voltando para o alimento natural. Ainda estamos distantes deste conceito na sua plenitude, mas ainda assim estamos mais próximos do que a um ano atrás. E isso é um grande motivo para celebrarmos e acreditarmos que estamos evoluindo. Por isso comecei e encerro com o pensamento de Roger Garaudy:
"Ainda é possível existir e viver. Ainda é possível contrapor um dique à corrente, inverte-lhe o curso. Com a condição de manter os olhos abertos. De ficar de pé. De defender cada parcela de vida."
Mantenha os olhos abertos, fique de pé e defenda cada parcela de VIDA, acreditando e alimentando sua indestrutível essência!

Até a próxima, querido leitor!


DIA 31 DE AGOSTO - DIA DO NUTRICIONISTA

Aos  colegas NUTRICIONISTAS, meus sinceros parabéns por nosso trabalho. Quantos têm a honra de transformar doença em saúde ofertando sabor? Quantos podem ensinar a ter longevidade? Quantos podem trazer a natureza à mesa? Quantos podem combinar ciência e amor numa única refeição?
Sejam felizes, magos dos alimentos...sejam felizes....e espalhem essa energia de tranformação que se chama NUTRIÇÃO! Amo.
 
 

Nutrindo o Encerramento de um Ciclo.




Quando nascemos somos recebidos com alegria e festa, mas quando fazemos o encerramento do nosso ciclo, se despedem de nós com dor e sofrimento, com apego a essa efêmera passagem neste mundo material. Tanto nossa chegada quanto nossa partida deveriam ser comemoradas, desde que nossa permanência aqui  tenha sido próspera de amor. Se fizemos pessoas felizes, vamos comemorar a despedida! A gratidão que, por nós, deixamos aqui, carimbada no coração das pessoas, certamente é um passaporte para nossa viagem. Desapegar-se das frivolidades é um processo de grande amadurecimento espiritual. É difícil porque nós só enxergamos com os olhos materiais, somos egoístas. Desprender-se das limitações desta vida, poder ir e voltar em “recipientes” diferentes pode ser uma grande aventura no caminho do crescimento e da iluminação. Pode ser divertido! A dificuldade está em aceitar esse desligamento temporário. A eternidade não pertence ao corpo, mas sim ao espírito. O dia que nos apropriarmos disso, certamente ganharemos a nossa carta de alforria da limitação materialista. Renascer é preciso.
Até a próxima, querido leitor!



Saúde, uma questão de dignidade.




Olá, queridos leitores, como foram de carnaval? Cuidaram bem da alimentação, da hidratação e do sono? Espero que sim! Se não deram tanta atenção assim a esses aspectos, melhor agora dar uma “limpezinha” no corpo e uma reequilibrada na mente. É hora de recuperar a energia gasta!
Bem, já que falamos de limpeza estou pensando em avaliar alguns alimentos que andam por aí, nas próximas postagens. Acho que será muito útil aos senhores. São alimentos que aparentemente são saudáveis, contendo até nutrientes importantes, mas que também apresentam substâncias químicas que congestionam nossas vias metabólicas e prejudicam nosso organismo. É importante termos consciência de que nossa saúde depende de como tratamos nossos aspectos. Quando me alimento continuamente com substâncias que agridem o funcionamento do meu corpo, estou me entregando à doença. Quando vivo num estresse constante, não respeitando meus limites, não me dando prazer, quando vivo preocupada, culpada, amargurada, revoltada, com ódio, entre outras coisas, estou me entregando à doença. Estou dizendo a ela: Olha, pode chegar! Não me importo que você entre no meu corpo e se instale. Não me importo que você fique aí. Não mesmo.
A doença tem ouvidos, sabia? Ela escuta o seu chamado. Parar de chamar a doença, é parar de se auto-punir pensando errado, comendo errado, falando errado (as palavras têm força, lembram?). Vamos devagar, mas vamos mudando....vamos dando movimento em direção à saúde. Uma vez ouvi um sacerdote dizer: “É preciso morrer com dignidade”. Essa frase ficou martelando na minha cabeça por muito tempo. Hoje penso que também é preciso adoecer com dignidade. Atualmente até as doenças estão agressivas, corrosivas, densas. Ter dignidade para adoecer e morrer, penso, é adoecer e morrer de forma natural, de velhice, por desgaste do corpo físico. Hoje a morte chega porque consumimos muita carne e substâncias químicas que levam ao desenvolvimento de um câncer. Chega porque se entra numa briga, o ódio atinge o máximo e dá-se um tiro. Está banal morrer. Está banal tomar um medicamento diariamente. Está banal ter estresse, pressão alta e depressão.  Sugiro que comecemos a chamar a saúde porque ela também tem ouvidos, sabia? Para chamarmos a saúde, precisamos optar por ela. Essa escolha temos que fazer. Optando pela saúde, precisamos começar a selecionar nossos alimentos, nossos sentimentos, nossas ações e para isso temos que abrir nossos olhos e expandir nossa mente, mudar as formas rígidas de ser, pensar e agir. Ser saudável é um direito e pelo desvio de nossa conduta, nos afastamos disso.
Pense em retomar sua saúde. Brigue por ela na justiça! Não na justiça dos tribunais, mas na justiça com você mesmo, seja justo com você. Obedeça um pouco mais à razão. Equilibre a emoção. Dia desses estava fazendo compras e um homem entrou no mercado muito alegre, conversando com os funcionários - conhecia todo mundo!- brincando. Fiquei observando aquela pessoa - saibam que observar é um hobby para mim. Embora esbanjando alegria, seu semblante era pesado, tinha olheiras, a pele era sem viço e os ombros ligeiramente curvados.
Interessei-me, claro, por aquela pessoa e fui acompanhando ele enquanto adentrava, majestoso, ao mercado. E ele foi direto ao setor de frios. Normal. Chegando lá pediu queijo provolone e disse ao rapaz que preparasse enquanto ele ia pegar a cerveja. Até aí, nada demais.  Mas ao voltar disse uma frase, uma única frase, que me fez imaginar a razão daquela postura corporal e semblante: “Dizem que isso faz mal pro colesterol, mas eu vou morrer de qualquer jeito, né? Pelo menos morro feliz”. Senti uma amargura tão grande naquela fala, senti um descaso com a vida e com a saúde. Senti a tal comunicação direta com a doença. Ninguém acredita que possa ser vítima de algo até que aquilo aconteça. Mas a probabilidade existe para todos em proporções iguais, a maneira como conduzimos nossa vida é que altera esse percentual. Ao voltar para casa comecei a escrever essa postagem. Que você, leitor, que vem até aqui procurando melhorar sua saúde possa mudar sua forma de pensar em relação a ela. Desejo que essas simples, mas verdadeiras palavras  cheguem ao seu coração. Que ao entrarmos no mercado, sejamos comunicativos, felizes e simpáticos, não como um personagem, mas sim porque a felicidade é própria do nosso cotidiano saudável!

Um fraterno abraço, querido leitor e até a próxima!



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Querido leitor, essa informação é importante!

Até breve!

Produtores orgânicos têm até o fim do ano (2010) para se adaptarem à nova legislação

Danilo Macedo
Repórter da Agência Brasil

Brasília - Termina no dia 31 de dezembro o prazo para adaptação dos agricultores de orgânicos às regras estipuladas pelo Ministério da Agricultura para o setor. O período para que toda a cadeia produtiva, incluindo transportadoras e supermercados, se adequasse à nova regulamentação foi prorrogado por um ano, no final de 2010, para que produtores de regiões distantes tivessem tempo suficiente para compreender as novas regras.

De acordo com a legislação, há três formas de garantia da qualidade dos alimentos orgânicos comercializados: a certificação por meio das certificadoras credenciadas; as associações de produtores que fazem auditoria, fiscalizam e certificam os produtos, chamadas de sistema participativo de garantia; e o controle social para os agricultores familiares que vendem por conta própria e obtêm uma autorização para fazer feiras e entregas em domicílio, se cadastrando no site do ministério (www.agricultura.gov.br).

Na produção orgânica, não podem ser usados agrotóxicos, adubos químicos e sementes transgênicas, e os animais devem ser criados sem uso de hormônios de crescimento e outras drogas, como antibióticos. Além de produzir alimentos considerados mais saudáveis, na agricultura orgânica o solo se mantém fértil e sem risco de contaminação. Os agricultores também ficam menos expostos, já que a aplicação de agrotóxicos, sem os devidos cuidados, é nociva à saúde.

O Ministério da Agricultura explica que o agricultor que seguir as novas regras obterá o selo do Sistema Brasileiro de Avaliação de Conformidade Orgânica, que o consumidor verá ao comprar esses alimentos, tendo a segurança de que eles foram fiscalizados e aprovados. Além disso, a nova regulamentação, com um cadastro nacional de produtores orgânicos, trará dados oficiais que poderão facilitar a aplicação de políticas públicas específicas.

O chefe da Divisão de Controle de Qualidade Orgânica do Ministério da Agricultura, Roberto Mattar, ressalta que os interessados em solicitar a regularização podem acessar informações sobre legislação, cartilhas educativas, formulários para cadastros e credenciamento no site do ministério e nas suas representações estaduais.


Edição: Lílian Beraldo


Adorei essa forma divertida de falar dos orgânicos e dos agrotóxicos! O vídeo é encantador. Divirtam-se e fixem a mensagem!